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Archive for the ‘Presidente Amigo da Criança’ Category

Mesmo com chuva, o passeio ciclístico Vote em um Presidente Amigo da Criança reuniu mais de 100 pessoas no dia 26 de setembro. Nem a chuva e o mau tempo desanimaram quem quis somar esforços à essa causa e ajudar a mobilizar a sociedade para que escolham, no próximo domingo das eleições (3), candidatos comprometidos com a infância e a adolescência.

Além das pessoas que já estavam inscritas, ao longo do trajeto, muitos foram aderindo à campanha. É o exemplo de Roseli Ronchesi que programou com um grupo de ciclistas um passeio para celebrar o Dia Mundial sem Carro, comemorado no dia 22 de setembro e ao chegar ao parque foi surpreendida com a movimentação da Fundação Abrinq.

“Chegamos ao Parque das Bicicletas, ponto de encontro para saída dos ciclistas, e vimos poucas pessoas, mas um grupo chamava bastante a atenção. Era o pessoal da Fundação Abrinq que estava lá para a campanha “Vote em um Presidente Amigo da Criança”. Logo nos convidaram a sair no grupo deles. Ganhamos camiseta, apito, capa de chuva e sementes de ipê roxo, além da companhia de uma turma muito animada e bem disposta. Aplaudo a coragem e disposição de quem saiu da cama e subiu na bike no domingo e o pessoal da Fundação Abrinq”, afirmou Roseli.

Leia o post publicado por Roseli Ronchesi:
http://www.imagenseviagens.net/2010/09/dia-mundial-sem-carro-e-as-criancas.html

Confira também a matéria veiculada na TV Brasil
http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/9920/

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Foto: Luciano Pereira

O presidenciável José Serra (PSDB) visitou, nesta quarta-feira (18), a sede da Fundação Abrinq para assinar o Termo de Compromisso do Projeto Presidente Amigo da Criança. Na ocasião, o candidato foi recebido pelo presidente da Fundação Abrinq, Synésio Batista da Costa, que ressaltou algumas prioridades para melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes que já fazem parte do dia a dia da organização.

“O objetivo deste documento é fazer com que, se eleito, o Presidente Amigo da Criança possa nos ajudar na luta pelos compromissos que a Fundação já trabalha há 20 anos como a erradicação do trabalho infantil e o combate à exploração sexual infantil”, explicou Batista.

Além dessas violações, dentre os compromissos assumidos, Serra também destacou como propostas de seu governo projetos que visem à melhoria da educação e redução da mortalidade infantil.

“É motivo de orgulho para São Paulo abrigar a Fundação Abrinq, que começou aqui e soube se afirmar em território nacional, sem nenhum centavo governamental, e para mim, subscrever esse compromisso que corresponde ao que eu fiz e quero continuar fazendo pelas crianças para solucionar problemas que me sensibilizam, não só a ser Presidente Amigo da Criança, como também um soldado permanente por elas”, ressaltou o candidato ao comprometer-se a implementar políticas públicas voltadas à infância e à adolescência.

Para Serra, que já foi professor, o problema n° 1 da Educação é o aprendizado na sala de aula, diagnóstico que ele constatou na prática. “No que se diz respeito à Educação quero retomar a proposta de dois professores por sala de aula no Ensino Fundamental, que já apliquei no meu governo”, enfatizou.

Ao assinar o Termo de Compromisso, o candidato comprometeu-se a apresentar, em seu mandato, uma melhoria significativa dos índices atuais relativos à situação da criança e do adolescente.

“Para reduzir a mortalidade infantil, além da assistência direta à família é preciso mais saneamento básico, pois ele ainda aparece como causa de muitas mortes, investir em UTIs e em todo o processo de acompanhamento da mãe gestante”, afirmou.
Além das metas que estão no Termo, Serra expôs ainda o combate ao crack, como uma luta que deve ser reforçada com uma política de tratamento para recuperação de jovens dependentes e a redução do desemprego, como problemas que afetam os direitos de crianças e adolescentes. “Para fortalecer a criança, nós temos que fortalecer os empregos e, para fortalecer os empregos, temos que dar condições de lealdade ao comércio brasileiro”, disse. “Há coisa pior para uma criança do que um pai desempregado? Eu não sou capaz de imaginar.”

Na cerimônia de assinatura estiveram presentes o candidato ao governo do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e seu vice, Guilherme Afif Domingos, o candidato ao senado pelo estado de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, o candidato a deputado federal e estadual Kiko e Leandro (músicos do KLB) e alguns conselheiros da Fundação Abrinq.

Todos os candidatos à Presidência da República foram convidados a assinar publicamente o Termo de Compromisso do Projeto Presidente Amigo da Criança. Já se comprometeram os presidenciáveis: Dilma Rousseff, Levy Fidelix e Eymael.

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Foto: Luciano Pereira

José Maria Eymael, candidato à presidência da República pelo PSDC, visitou à Fundação Abrinq, na última sexta-feira (6), para assinar o Termo de Compromisso do Projeto Presidente Amigo da Criança.

Na ocasião, o presidenciável foi recebido pelo presidente da organização, Synésio Batista da Costa, que ressaltou a importância do documento. “Este projeto da Fundação Abrinq tem como objetivo estimular a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes através do monitoramento de metas nas áreas de saúde, educação e proteção contra maus tratos, exploração e violência”, afirmou.

“Não foi uma mera assinatura. Cumprirei, se eleito presidente e independente disso, mesmo como cidadão, o compromisso que assumi aqui. São nas condições em que as crianças estão que elas constroem suas histórias e é nesse sentido que podemos ajudá-las a resgatar o futuro”, ressaltou o candidato do PSDC ao Planalto, José Maria Eymael.

Entre os compromissos assumidos pelos presidenciáveis estão: reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna, melhorar o ensino público, proteger as crianças de todas as formas de abuso, negligência, exploração e violência, e também desenvolver ações de prevenção para reduzir a prevalência do HIV/AIDS entre a população infanto-juvenil.

O compromisso foi assumido também pelos presidenciáveis, Dilma Roussef (PT) e Levi Fidelix (PRTB).

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Foto: Luciano Pereira

No último dia 6, o presidente da Fundação Abrinq, Synésio Batista da Costa, recebeu os candidatos à presidência da República Dilma Rousseff (PT), Levy Fidelix (PRTB) e José Maria Eymael (PSDC), em horários alternados, para assinarem o Termo de Compromisso do Projeto Presidente Amigo da Criança.

“Este projeto da Fundação Abrinq tem como objetivo estimular a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes através do monitoramento de metas nas áreas de saúde, educação e proteção contra maus tratos, exploração e violência”, afirmou Synésio Batista da Costa, ressaltando a importância do documento.

O presidenciável, Levy Fidelix, foi o segundo a assinar o documento e a apresentar suas propostas para a melhoria do cenário da infância e adolescência. “Para a infância e adolescência, minha proposta é o título de cidadania, Brasil 21. Nele, todo brasileiro nato, que vier a nascer, receberá da União um título de cidadão e aberta uma conta-poupança de quatro salários mínimos, hoje no valor de R$2.040,00, defendeu o candidato.

Entre os compromissos assumidos pelos presidenciáveis estão: reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna, melhorar o ensino público, proteger as crianças de todas as formas de abuso, negligência, exploração e violência, e também desenvolver ações de prevenção para reduzir a prevalência do HIV/AIDS entre a população infanto-juvenil.

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Acompanhada pela primeira-dama Marisa Letícia, a candidata Dilma Rousseff firmou no último dia 6, na Fundação Abrinq, o compromisso de ser “Presidenta Amiga da Criança”. Convencida de que um país é avaliado pelo cuidado que tem com sua população mais nova, Dilma assegurou que trabalhará para criar melhores condições de vida para as crianças e os jovens brasileiros.

“Vou me dedicar às crianças até um ano de idade, estruturando a Rede Cegonha, que consiste num cuidado focado na gestante e também no bebe até seu primeiro ano de vida. Queremos também construir clínicas da mulher junto ao programa Saúde na Família para cuidar das questões da saúde da mulher e do pré-natal”, detalhou.

Entre os deveres de “Amiga da Criança” assumidos por Dilma estão reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna, melhorar o ensino público, proteger as crianças de todas as formas de abuso, negligência, exploração e violência, e também desenvolver ações de prevenção para reduzir a prevalência do HIV/AIDS entre a população infanto-juvenil.

Oportunidades para que mais precisa – Dilma também afirmou que se for presidenta vai construir creches para atender principalmente as famílias de baixa renda e, com isso, reduzir a desigualdade de oportunidades para as crianças.

“Já se sabe que o estímulo à criança através de brinquedos e bens culturais diminui a diferença que existe entre uma criança socializada numa família de classe média e uma criança socializada em uma família de origem popular. Então temos essa política de construção de 6 mil creches em todo país”, salientou.

A candidata assegurou que irá governar para diminuir ainda mais a mortalidade infantil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste onde os índices são mais elevados. A candidata da continuidade do governo Lula também revelou que dará atenção especial às mulheres.

Por fim, Dilma demonstrou preocupação com o risco que as crianças estão correndo por conta da expansão do crack. Ela reafirmou seu empenho em combater a droga, com ações preventivas e de combate, além de ampliar o controle sobre a fronteira brasileira com outros países.

Com informações do site Mulheres com Dilma

Meta de creches anunciada por Dilma é criticada pela Fundação Abrinq

A meta anunciada pela candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) de criar 6.000 creches no país caso seja eleita, foi alvo de crítica do anfitrião do evento ao qual a petista participou na tarde de hoje.

Dilma foi à sede da Fundação Abrinq, em São Paulo, assinar uma carta compromisso em que pactuou, caso chegue à Presidência, implementar políticas em prol de crianças e adolescentes.

A ação faz parte do Projeto Presidente Amigo da Criança, em que a fundação pede a todos os candidatos, desde 2002, que assinem o compromisso. Os demais postulantes devem assinar nos próximos dias.

O presidente da Fundação, Synésio Batista, afirmou ao final do evento que a meta da candidata corresponde a apenas 10% do que é necessário “de imediato” no país.

“Precisa das 6.000 creches e de outras 54 mil para começar a conversa”, disse ele.

Batista afirmou que disse à candidata, ontem, que são necessárias 60 mil creches. Segundo ele, Dilma ficou de examinar a possibilidade, mas afirmou ser impossível se comprometer neste momento com tal meta.

O presidente da fundação disse ainda que a entidade deve divulgar em breve um “relatório de melhorias”, avaliando o que foi realizado desde 2002.

Fonte: Folha.com

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Propriedades acima de mil hectares, produtivas ou não, poderão ser desocupadas para futura reocupação. Outra medida é a socialização da educação.

Folha – Quais serão as suas principais plataformas?
Plínio de Arruda Sampaio – Uma reforma agrária radical e uma socialização da educação e da saúde.

O sr. fala em implantar o socialismo. Como isso funcionaria?
Eu não pretendo implantar o socialismo no Brasil e nem é a pretensão do meu partido agora. Vou fazer uma proposta dentro do marco do capitalismo. As únicas formas socializadas que vamos ter são a saúde e a educação.

O sr. daria um calote na dívida?
Calote é uma expressão ideológica. Vamos suspender o pagamento e fazer uma auditoria. O que for dívida, vamos conversar e negociar o pagamento. O que não for, não vamos pagar. Os setores internos credores do Estado são os mais ricos. Eles podem esperar um pouco.

Isso não provocaria uma fuga de capitais do país?
É possível que tenha um pouco esse efeito. Mas não há necessidade desse afluxo contínuo de capital estrangeiro para criarmos uma boa economia neste país. Podemos, com os recursos internos jogados no mercado interno, ter um índice de crescimento razoável. Ninguém quer competir com a China.

Como o sr. avalia o governo Lula?
Acho um governo nefasto. Porque cooptou e paralisou o movimento popular. Cooptou as lideranças, transformou os movimentos em ONGs, terceirizou uma série de serviços que são do Estado como forma de transpassar dinheiro para as entidades.

Que avaliação o sr. faz do modelo econômico brasileiro?
É neoliberal. É uma política de neocolonização, de fazer com que o Brasil, que já foi a oitava potência industrial do mundo, volte a ser um país exportador de produtos primários. O Brasil oferece um juro altíssimo. O dinheiro vem pra cá e permite ao Lula fazer esse populismo com o dinheiro, gerando a ideia pra classe C e D de que ela subiu pra classe B. Porque ela agora consome eletrodomésticos, pode até comprar automóveis em não sei quantos meses. E ela se endivida. Isso é uma coisa terrível. É nefasto, não é um adjetivo à toa.

Como o sr. vê o PT de hoje?
Tenho uma tremenda tristeza porque o PT é a primeira grande realização do povo brasileiro. Isso se perdeu. A maioria dos petistas é gente ótima. O que houve foi um desvio de cúpula. A cúpula dirigente abandonou o projeto petista e assumiu um projeto de poder.

Quais seriam os principais vetores da reforma agrária que o sr. faria?
O primeiro é considerado um escândalo, tem gente que fica assustada quando digo. A propriedade da terra tem que ter um limite. Tem na Inglaterra, na França, em tudo quanto é lugar. Você não pode ter o monopólio da terra. O MST e a Igreja estão colocando mil hectares como limite. Daí pra cima se torna desapropriável.

Fonte: Folha.com

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Levy Fidelix lançou sua candidatura pelo PRTB e propõe a informatização escolar como instrumento pedagogico-educacional para a infância e a juventude brasileira.

Apresenta a ideia de sobretaxar em 40% o lucro líquido dos bancos para custear o chamado Salário-Família. Numa espécie de ampliação do Bolsa-Família, seriam pagos 510 reais aos pais que mantiverem filhos matriculados na escola. Haveria outras contrapartidas, como a de deixar em dia o cartão de vacinação das crianças. em vez dos atuais R$ 120.

O candidato propõe, ainda, a concessão de um benefício de quatro salários mínimos (o equivalente a R$ 2.040), a título de poupança, para toda criança que nascer no país. O valor seria passível de resgate quando o beneficiário completasse 21 anos de idade.

Nas oito páginas de “Decálogo do Brasil pra frente”, Levy se compromete a propor uma minirreforma constitucional para alterar substancialmente os sistemas financeiro, bancário e tributário. O documento também defende a eliminação de impostos sobre dez alimentos da cesta básica, e a implantação de uma “marcha para o Centro-Oeste”.

Fonte: Com informações do http://www.prtb.org.br

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