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Posts Tagged ‘#brincar’

Por Carla Soares Mota*

O jogo, o brinquedo e a brincadeira sempre estiveram presentes na história da humanidade e, nas últimas décadas, a importância atribuída ao brincar para a criança se configura como um direito, garantido em documentos, tanto no âmbito internacional, tais como a Declaração Universal dos Direitos da Criança adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro 1948, a Convenção de Direitos da Criança da ONU aprovada na Resolução 44/25 quanto no âmbito nacional, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069), em vigor desde 1990.

Os estudos desenvolvidos por diferentes áreas do conhecimento, a partir da ideia de uma criança ativa, competente e capaz, também trazem contribuições sobre a importância do brincar como forma da criança atuar no mundo e compreendê-lo, produzindo as culturas infantis. Assim a criança, sujeito histórico e social, nasce imersa em uma cultura, e é na brincadeira que ela vivencia experiências, desenvolve sua consciência, recria e propõe novos desafios sobre situações que vão surgindo no contexto infantil.

Assim, reconhecidamente, o brincar é a forma mais peculiar da criança conhecer a si própria, o outro e o mundo, expressar seus sentimentos, emoções e desejos.

Nas diferentes formas de brincar a criança vivencia aspectos do seu cotidiano, possibilitando o conhecimento, a investigação, soluções de problemas que ajuda no desenvolvimento da memória, atenção, concentração, imaginação, motricidade além da cultura infantil. O faz de conta permite à criança experimentar possibilidades, assumir papéis, expressar seus pensamentos, formular hipóteses. A liberdade de criar, imaginar permite a capacidade da criança de ir além e se auto-organizar, transformando os objetos por meio da fantasia, imaginação e criatividade, uma caixa se transforma em um carro, avião, cozinha entre outros. Descobre funções alternativas para os objetos e as brincadeiras vão tendo formas e cores variáveis a cada criança que se interagem.

A Educação Infantil tem um papel importante como espaço de circulação e de produção das culturas infantis que favorece o brincar como atividade principal da criança, e nesse sentido, o adulto tem um papel importante na medida em que organiza os ambientes, oferece os objetos, propõe novas experiências, ajuda na construção de hipóteses e estimula a imaginação das crianças. É importante também que os adultos resgatem sua capacidade de brincar, tornando-se, assim, mais disponíveis para as crianças enquanto incentivadores e parceiros de suas brincadeiras.

É preciso oportunizar diversos momentos lúdicos, aproveitar os espaços diferenciados como praças e parques com momentos amplos e livres, garantir espaço-tempo nos ambientes domésticos, educacionais, públicos e privados para que o brincar proporcione a criança diferentes níveis de vivência de forma espontânea desenvolvendo suas competências individuais quanto grupal.

Precisamos estar muito atentos para não reduzir o tempo do brincar em troca de outras atividades que podem sobrecarregar a criança e a deixar cansada e sem vitalidade para aprender aquilo que realmente é importante para sua vida.

*Carla Soares Mota é pedagoga e coordenadora pedagógica do Centro Social Marista Robru, do Grupo Marista.

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Por Amélia Bampi*

“É no brincar e talvez apenas no brincar que a criança ou o adulto fluem sua liberdade de criação e podem utilizar sua personalidade integral e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu” (D. W. Winnicott. O Brincar e a Realidade. 1975).

Além de ser um direito regulamentado por lei, o brincar é, para a criança de qualquer parte do mundo, muito importante. Nas brincadeiras a criança desenvolve a criatividade através do faz-de-conta e trabalha o que tem de mais sério, de mais necessário, de mais vital: o crescimento e o desenvolvimento da e para a vida. Brincar tem, hoje, sua importância reconhecida por estudiosos, educadores, organismos governamentais nacionais e internacionais. A Declaração Universal dos Direitos da Criança (aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 1959), no artigo 7º, ao lado do direito à educação, enfatiza o direito ao brincar: “Toda criança terá direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e às autoridades públicas garantir a ela o exercício pleno desse direito.”O universo infantil está presente em cada um de nós. As experiências da infância deixam profundas marcas em nossas vidas e, mesmo sem sabermos disso, as trazemos nos gestos, nas falas e nos costumes. Os brinquedos, as brincadeiras e o brincar integram esse leque de experiências vividas.

BRINCAR, para a criança, é a mais clara expressão de sua realidade, pois é por meio dessa ação que ela desenvolve seu raciocínio lógico, suas habilidades, seus pensamentos e sua criatividade. Além disso, também usa o brincar para se comunicar, se entender e se desenvolver. No ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser. Ao brincar, as crianças recriam e repensam os acontecimentos que lhes deram origem, sabendo que estão brincando. A brincadeira é uma linguagem infantil. Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica.

“A criança joga e brinca dentro da mais perfeita seriedade, que a justo título podemos considerar sagrada. Mas sabe perfeitamente que o que está fazendo é um jogo.“ (J. Huizinga) A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar contribui, assim, para a interiorização de determinados modelos de adulto, no âmbito de grupos sociais diversos.Infelizmente, ainda, nem todas as crianças tem este direito assegurado quando elas não têm acesso à educação, à saúde, enfim, aos direitos integrais básicos de proteção e de garantia de cidadania. Uma das grandes violações a que nossas crianças são submetidas é o trabalho infantil, quando milhares de crianças deixam de ir à escola e ter seus
direitos preservados, e trabalham desde a mais tenra idade na lavoura, campo, fábrica, casas de família e nas ruas, muitos deles sem receber remuneração alguma. Hoje em dia, em torno de 4,2 milhões de crianças de adolescentes entre 5 e 17 anos estão trabalhando no Brasil, segundo PNAD 2009. Desse total, 908 mil estão na faixa entre 5 e 13 anos.Como vemos, o brincar que deveria ser o ciclo natural, inerente à fase infantil, tem o perigo de desaparecer diante de tantas violações, e com ele questões importantes como o desaparecimento da infância, a eliminação da inocência, a perda dos valores e direitos nessa fase tão singular da vida. O grande desafio que se propõe à sociedade é oportunizar que “as crianças possam assumir a curto, médio e longo prazo o protagonismo indispensável para não submergir e/ou diluir-se no processo de globalização. Reivindicando, para efeito, espaços, valores e atitudes que compõem a heterogeneidade dos seus mundos sociais e culturais.” (Soares & Tomás, 2004)

*Técnica da área de Educação da Fundação Abrinq – Save the Children

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Por Sheila de Souza Pomilho

Meninos e meninas expressam suas linguagens, seus modos de ser e de se relacionar com o mundo por meio do lúdico. O brincar representa uma atividade que aproxima diferentes gerações, contextos, produz autoconhecimento e interação a todas as crianças. Além do mais, brincar é um direito da criança, uma expressão das culturas infantis e das culturas transmitidas entre as gerações por meio de vivências sociais. Quando as crianças estão mergulhadas nas brincadeiras demonstram como experimentam a vida e estão voltadas para uma atividade que oferece prazer, cumprindo o tempo da infância de maneira mais digna.

A convenção sobre os Direitos da Criança (ONU, 1989), no artigo 31 diz que “toda criança tem o direito ao descanso e ao lazer, a participar de atividades de jogo e recreação apropriados à sua idade e a participar livremente da vida e das artes”. Reconhecemos em especial este direito, para todas as crianças.

Pensar no brincar em espaços ao ar livre, em parques públicos e em praças é importante nesse tempo de férias, para ampliar as experiências infantis, principalmente àquelas que moram em apartamentos, que têm pouco contato com outras crianças e com a natureza.

Há de se considerar que o brincar oportuniza a transmissão de memórias lúdicas para as novas gerações, pois neste período de férias as crianças tem maior contato com vizinhos, podem visitar os avós e primos que moram longe, etc. Representa um período que estimula o uso do tempo para o convívio com adultos e a imersão em diferentes culturas. É o tempo de encontro com o direito ao brinquedo, suporte da brincadeira, que pode ser representado desde caixas e tecidos ou até brinquedos mais tradicionais. Estas são alternativas que inspiram e resgatam brincadeiras entre adultos e crianças. Vale ressaltar que o brincar deve ser estimulado não somente no período das férias, mas sempre que as crianças desejarem, pois fortalece a socialização, a difusão de cultura e a convivência familiar.

As novas configurações dos espaços para o brincar composto por vídeo games, computador e televisão sugerem uma cotidianidade que nos afasta da realidade infantil, sempre que o tempo utilizado para estes objetos for demasiadamente excessivo. Nosso desafio é o de ampliar os espaços para o brincar, relacionados à garantia deste direito, com brinquedos seguros, jogos cooperativos e incentivo ao resgate de brincadeiras tradicionais, isto requer compreender que as crianças são sujeitos de direitos, e respeitar a infância como um valioso momento do ser humano.

É possível fomentar o exercício do direito ao brincar e encontrar alternativas adequadas para a participação do adulto nas brincadeiras infantis com afeto e cuidado, uma vez que este processo contribui também com o resgate da dimensão lúdica já vivenciada pelo adulto em sua infância. Adultos são transmissores de cultura lúdica, não somente por representarem um grupo etário diferente da infância, mas por conhecer um repertório de brincadeiras que podem ser ensinadas às novas gerações.

É importante que o adulto escolha locais adequados e seguros e que possa criar junto com a criança, cenários nos ambientes internos das casas, em ruas e nos quintais, retomando a função participativa que pode exercer, para que a criança demonstre sentir-se livre e feliz pelo prazer de brincar junto, afinal, na convivência com as crianças aprendemos sobre a infância.

Que possamos promover para além do período das férias, práticas de tradições lúdicas, valorização dos brinquedos, muitas vezes construídos juntos, que não representam o fomento ao consumismo, encontrar as brincadeiras contemporâneas de cada cotidiano, com apoio das famílias, da comunidade e das políticas públicas, pois as crianças têm direito de brincarem livremente e de serem felizes.

Sheila de Souza Pomilho é pedagoga e Analista de Assessoramento do Centro Marista de Defesa da Infância, da Rede Marista de Solidariedade, do Grupo Marista, é responsável pelo Projeto: Brincadiquê? Pelo Direito ao Brincar.

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O brincar é uma das formas mais peculiares de expressão das crianças desde muito pequenas. É por meio do brincar que ela expressa seus desejos, fantasias, saberes e fazeres. Todas as crianças têm o direito ao brincar garantido em instrumentos legais de âmbito nacional e internacional, tais como a Declaração Universal dos Direitos da Criança, a Convenção de Direitos da Criança da ONU e o Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8069/90.

Precisamos pensar o quanto nós, adultos, temos respeitado, valorizado e contribuído para garantir esse direito nos espaços familiares, em instituições educacionais e diferentes espaços públicos e privados.

Para que o tempo do brincar cotidianamente seja entendido como essencial, é importante considerá-lo enquanto expressão infantil altamente significativa para o desenvolvimento integral das crianças. Brincando elas mobilizam e ampliam habilidades, como as sociais, afetivas, cognitivas e motoras que, certamente, influenciarão o desenvolvimento do pensamento, da linguagem, da imaginação e da criatividade.

Ao brincar as crianças negociam, fazem escolhas, opinam, se encantam, se alegram e aprendem a conviver com as diferenças. Logo, elas vivenciam a solidariedade, a alegria, a justiça, a co-construçāo de regras e responsabilidades, fundamentais para o seu desenvolvimento afetivo, ético, político e moral.

Mesmo sendo um direito de todas as crianças, o brincar muitas vezes tem sido reduzido a um tempo curto da rotina, por vezes entendido como premiação para determinados comportamentos e relacionado a brinquedos, induzindo ao consumo infantil.

Priorizar o brincar espontâneo e não estruturado, disponibilizando tempo e variedade de materiais para que ela possa exercitar sua imaginação e criatividade, sem ênfase a brinquedos eletrônicos ou altamente elaborados, é permitir que as crianças ampliem as possibilidades de criar e vivenciar experiências ricas e significativas. Reduzir o tempo para o brincar com jogos eletrônicos e ampliar os tempos para o brincar com outros brinquedos e materiais, assim como, com outras pessoas no fortalecimento das relações intergeracionais – entre crianças mais novas e maiores, entre crianças e adultos, entre crianças e idosos – também será essencial e poderá fortalecer a valorização do outro, de outras formas de brincar e o resgate de brincadeiras tradicionais.

E, por fim, acreditamos que nos tempos atuais é importante rever nossas opções de lazer nos momentos em que estamos com as crianças. Logo, substituir o passeio aos shoppings centers aos finais de semana em companhia das crianças, pelas brincadeiras nos parques das cidades, na busca de outras formas de organização dos tempos para o brincar, com momentos amplos e livres, poderá ser um programa mais que interessante, deixando marcas bastante significativas para toda a vida.

Soeli Terezinha Pereira é Assessora Educacional da Rede Marista de Solidariedade, do Grupo Marista.

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Por Soeli Terezinha Pereira*

As crianças habitam um momento da vida de todas as pessoas denominada Infância. Em cada momento da história da humanidade a Infância e as crianças foram entendidas de formas distintas: em alguns momentos com maior visibilidade quanto às suas características e, em outros, com certa invisibilidade.

Nos tempos atuais, após muitas conquistas de diferentes setores da sociedade, como a educação, a área social, de direitos da criança, movimentos sociais e também com o envolvimento de famílias, as crianças passaram a ser entendidas enquanto atores sociais e sujeitos de direitos.

No entanto, algumas conquistas ainda estão em curso mediante o entendimento de que não há somente uma infância e um padrão de criança, mas sim infâncias e crianças plurais que precisam ser consideradas nas suas diferenças e semelhanças. Ocorre que o mundo adulto, muitas vezes, não considera a criança enquanto uma pessoa que tem direito a ser considerada em decisões que a envolvem, pois ainda não a vê enquanto sujeito, mas sim, como objeto. Dessa forma, as crianças muitas vezes têm seus direitos negados ou até violados.

Na contemporaneidade já é possível perceber que vivemos um encurtamento desse momento tão especial da vida do ser humano, um momento de intensas descobertas e altamente significativo no desenvolvimento integral das crianças. Cada vez mais cedo são colocadas sobre as crianças expectativas dos adultos e que tem pouca relação com os desejos e interesses infantis, tais como a alfabetização precoce, o desenvolvimento de talentos artísticos e o aprendizado de uma língua estrangeira. Assim, muitas crianças, são submetidas à intensas rotinas de estudo e atividades extras tipicamente adultas, em detrimento aos momentos de vivenciar o seu tempo de ser criança, do brincar e interagir com seus pares.

Para que se possa avançar e contribuir nesse debate, o brincar precisa ser entendido enquanto um direito indiscutível e garantido a todas as crianças em dispositivos legais internacionais e nacionais como a Convenção Internacional de Direitos de 1989 e o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990. Segundo o artigo 31 da Convenção, todas as crianças têm direito ao descanso, ao lazer, ao divertimento e às atividades recreativas próprias de cada idade. O Brasil, enquanto país signatário da Convenção, precisa garantir que esse direito seja reconhecido e garantido a todas as crianças brasileiras, em condições de igualdade. A sociedade brasileira já tem avançado e reconhecido o seu profundo compromisso com essa causa, por meio de movimentos que já impactam políticas públicas voltadas às crianças.

O brincar, enquanto a atividade principal da criança é a essência de ser criança e das Infâncias. Por meio do brincar, nas suas mais variadas formas e em diferentes contextos onde vivem as crianças, elas se expressam, interagem, se socializam, ampliam seu potencial, fazem descobertas, inventam novas possibilidades, observam atentamente como as outras crianças brincam, inventam e reinventam os modos de brincar, ou seja, aprendem contínua e significativamente, criando e recriando culturas infantis.

Desse modo, é fundamental que os adultos ressignifiquem o seu olhar para esse direito e reflitam sobre sua postura diante das crianças e das escolhas que fazem na tentativa de ver a criança cada vez mais ocupada. Da parte das crianças há um sentimento de perda da infância, quando as mesmas verbalizam que gostariam de ter mais tempo para brincar e que os momentos que mais gostam na escola é o recreio e as atividades onde o lúdico e o movimento são privilegiados. As crianças sofrem com a falta desse momento tão peculiar nas suas vidas e demonstram isso por meio de atitudes preocupantes, como quando começam apresentar desinteresse pelos estudos, apatia, cansaço e certa preferência por jogos eletrônicos e programação televisiva em excesso. Pesquisas indicam que as crianças brasileiras ficam, em média, 4 horas diárias expostas à televisão, dado preocupante e que pode impactar significativamente o desenvolvimento infantil.

Atualmente, e cada vez mais, a cultura do consumo se fortalece devido ao empoderamento econômico das pessoas e as crianças são vistas pela publicidade como alguém com forte potencial para influenciar as escolhas das famílias. Assim, a estratégia de relacionar muitos produtos com personagens infantis e com o brincar já demonstra resultados bem sucedidos. É preciso que os adultos repensem suas escolhas e reflitam junto das crianças sobre alternativas de brinquedos que não tenham o consumo como objetivo.

Outro elemento bastante visível no mundo atual é a mudança nas formas do brincar e na característica dos brinquedos, em certa medida, consequência do avanço da tecnologia que seduz cada vez mais as crianças em preferir brinquedos estruturados e equipamentos eletrônicos como o computador e o videogame. Ao ficar somente com essas opções, observa-se uma crescente falta de interação entre as crianças, o desinteresse das mesmas por brinquedos tradicionais e que não têm muitos recursos e a existência de brinquedos que podem trazer uma ideia estereotipada do que são brincadeiras para meninos e meninas, pautados em modelos de cores e de pessoas (em geral bonecas de pele branca com cabelos louros…).

Nesse sentido, entende-se que o papel da família e da escola é o de aprofundar esse debate, na busca de outras formas de organização dos tempos para o brincar, com momentos amplos e livres, onde as crianças interajam entre si e com os adultos, optando por brinquedos com propostas mais atrativas às crianças e incentivando o contato e interesse por materiais diversos como panos, embalagens coloridas, cordas e materiais naturais como areia, água, argila…

Viver a(s) Infância(s) e ser feliz implica em ter mais momentos para brincar sozinho ou com seus pares, brincar por inteiro, corporalmente e emocionalmente, vivenciando novas experiências, o faz-de-conta, o seu imaginário e sentindo-se livre para criar. Criança que brinca é mais feliz e, certamente, será um adulto melhor!

*Soeli Terezinha Pereira é pedagoga e assessora educacional da Rede Marista de Solidariedade, Grupo Marista. Atua com projetos da área Educacional e no acompanhamento dos processos de gestão, pedagógicos e de formação em Unidades Educacionais e Sociais que compõem a Rede, com foco na Infância e na Educação Infantil. É uma das organizadoras do livro “Educação Infantil: Reflexões e práticas para a produção de sentidos” (Editora Universitária Champagnat, 2012).

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